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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Vizinho de cima

Ontem tive um filme do catano, estava eu em casa descansado a tocar bateria electrónica (daquelas que não fazem barulho), estava a acompanhar uma música com os phones metidos, começo a ouvir um barulho estranho, parei a música e fui ver o que se passava. O meu irmão estava a discutir com o vizinho de cima, quer dizer, o vizinho de cima estava a discutir com o meu irmão, juntei-me à conversa e logo me apercebi que homem não as metia todas. O vizinho estava todo exaltado porque eu estava a fazer um barulho enorme (o barulho das baquetas a baterem nos pads de borracha) a altas horas da noite (23:00). O senhor até podia ter razão, não nego, eu não tinha noção que ao tocar bateria ouvia-se no andar de cima, tal é a qualidade dos apartamentos, mas perdeu-a logo ao falar de um modo arrogante, a dizer palavrões e a gritar. Lá conseguimos acalmar o homem, sempre a falarmos a bem com ele e a tentarmos dar-lhe a entender que ele até podia ter razão, mas aquilo não são modos de falar, se ele quisesse falava connosco de outra forma, ele lá foi para cima não muito satisfeito e a ameaçar que para a próxima iria chamar a GNR (o Toli César Machado para mandar uns toques comigo?). Até fiquei surpreendido com o meu irmão, fiquei admirado como é que ele conseguiu estar calmo e não ter partido uma tecla do piano ao senhor.

Fogo há coisas do caraças, quando tinha 15 anos, os meus pais compraram-me a minha primeira bateria, tínhamos combinado com o vizinho de cima que eu só tocava à tarde e a horas decentes, claro que houve um dia que ele se exaltou (também não joga com o baralho todo) e o meu pai lá teve que o acalmar, resultado, deixei de poder tocar bateria em casa e logo na altura que estava a começar a aprender. Agora que comecei a ter aulas de bateria e preciso de praticar, surge este indivíduo mal formado a ameaçar-me, não tenho sorte nenhuma.

Depois deste episódio, lembrei-me de uma história, que aconteceu há uns anos. Eu e o meu irmão tínhamos ido ao cinema, quando o filme acabou fomos os dois para casa, mas eu a meio do caminho tive uma excelente ideia, então, comecei a andar mais rápido que o meu irmão e cheguei primeiro que ele ao prédio onde morávamos. Eu sabia que ele entrava no prédio e nunca acendia a luz das escadas, como nós moramos no 1º andar, ele tinha que subir as escadas, escondi-me nas escadas que dão para a cave do prédio, às escuras. Assim que ele entra no prédio, eu prego-lhe um valente susto "BUH", ele ficou super assustado e teve uma reacção que eu não estava nada à espera, mandou-me logo um murro na cara, nesse momento consegui dizer-lhe umas palavras mágicas, que era eu, o querido irmão, a coisa acalmou mas se eu não o tivesse avisado a brincadeira  tinha corrido pior para o meu lado. Foi uma brincadeira que correu mal.

publicado por Ringo às 23:18
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6 comentários:
De Laura a 18 de Junho de 2009 às 15:59
buuuhhhh! abaixo os vizinhos que nos cortam as asas da criatividade!!!
De Zé Canholas a 18 de Junho de 2009 às 20:43
Como sabes fui lá ontem falar novamente com ele e disse-lhe uma série de coisas que me tinham ficado atravessadas. Da próxima vez, ele já vai pensar duas vezes sequer em olhar de lado para mim e para ti quanto se dirigir a nós com desrespeito. Quanto a esse vizinho lá da terra, ainda me lembro de o ter confrontado quando eu tinha os meus 17 anos. Ainda lhe ofereci porrada (coisas parvas da adolescência, não é tenha melhorado), e olha que serviu para ele não ter chateado mais. Por acaso até foram duas situações parecidas, só que esta situação só senti que estava resolvida há segunda vez.
De avó a 18 de Junho de 2009 às 22:42
vê lá netinho não te metas em confusões que até o coração me atormenta!!!
De Ringo a 18 de Junho de 2009 às 22:53
Esta avó tem porras, desde que tirou o curso de informático passa a vida a navegar na Internet.
Então AC/DC foi bom?
De Anónimo a 19 de Junho de 2009 às 11:23
És lixado tu. Como é que descobriste logo??? Difícil ãh?
Epa foi brutal. Mas artificial ao mesmo tempo, pelo que vi e li é igual em todo o lado. Mal interagem com o pessoal. Em termos de som, luzes, espetáculo e qualidade dos músicos é uma coisa do outro mundo.
Só foi pena o estádio ser muito verde pró meu gosto.
Então vá netinho porta-te bem lá com essas modernices das baquetas e não sei quê!
De a 19 de Junho de 2009 às 11:24
Epa esqueci-me de assinar!

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